Textos

Yes! We Can! We?
Vc quer modificar o mundo?
Saber q está errado ñ basta
Por que você tem medo e o
Medo faz vc repetir os erros!
Vc acha que pode? Podemos?

Vc se acha rebanho de gado?
Confessa: sua vida está cheia
De atos errados. Tudo bem!
Não se culpe, nem a Deus
Por seus erros e seus fardos.

A Águia apertou as presas
Em torno de sua cabeça. Vc
Não consegue mais pensar
A necessidade te impele em
Direção à comercialização de

Sua própria alma. Ela, uma
Oferta a mais no mercado
O espírito deseja impelir-te
O corpo encarcerado preso
Ao mormaço dos edifícios.

O cimento regado com teu
Sangue prende os blocos e
Tijolos nas paredes cinzas
Dos edifícios. Hoje estás
De férias, hoje é dia de

Graças, 1° dia do ano
2012 bate à tua porta
Ela se abre como uma
Comporta, promessas
Promessas, pró-meças

Pululam à bessa nos
Programas retrôs
Retrospectivas de
Fim de período sob
A quinquilharia fora

De controle. A bugia acesa
Mantém esse descontrole
No templo as anomalias
Ficam quietas no subsolo
Passivo e covarde mente

Da mente. O coração pulsa
Por futebol, diversão de bar
Barata, procriação, TV, UOL
A humanidade espreita-te
Calada sob a atualidade sua

Suada você tenta exorcizar-
Se. Mas vc está repleto das
Vontades capitais: lábios e
Língua clamam por trinta
Dinheiros a mais. Carro do

Ano, um apartamento na Praia
Do Arujá. Precisas afinal demo
Demonstrar que estás a saudar
A audiência. Todos precisam de
Evidência para salvar aparências

E mostrar que nem tudo está a
Desabar. É sua maneira de dizer
E compreender que, afinal, estás
Aqui e agora és parte das tropas
E da grande bancarrota da ideia

De espiritual idade. As mil faces
Do dr. Mabush te chamam a
Prestar contas ao ouro negro
E as “elites” de todos os países
Zelam pela continuidade de tua

Estupidez. Lázaro, estás morto
E enterrado. Mas não há, dessa
Vez, quem possa fazer o milagre
De te fazer despertar do sono e
Da embriaguez da morte pela

Radiação de imagens da TV. Os
Códigos dos zelotes zelam para
Que permaneças escravo de
Supostas culpas. Tua compulsão
Por sobreviver te faz merecer os

Teclados dos templos cyber nos
Quais enfurnas às escondidas os
Filhos tecno lógicos do monitor
Com a mão no mouse eles, um
A um descobrem que Deus não

É israelita, nem cristão nem
Muçulmano. Isolados desse
Convívio humano eles blá
Blá blasfemam nos shoppings
C. dos corações sol solitários

E clamam por mais intensidade
Na repressão daqueles a quem
A loba dos pés de barro de Roma
Não chama-chama de seus filhos
Banhados diariamente no sangue

Sacrificial colhido pelos sacerdotes
Nos Templos da Casa Grande Par
Lamento, nos tribunais superiores
Onde tua alma foi negociada e as
Gerações de teus descendentes

Vendidas mais barato do que os
Programas das prostitutas com
Cara de crianças lançadas nas
Ruas com as calcinhas arriadas
Em troca de uma pedra de craca

Alunas diletas da política educada
Nas escolas do Bolsa-Bufa do
Presidente representante da
Morte pelo bico da Águia em ação
Que digere todos os dias teu figo

Teu fígado nos discursos armados
Inflamados de demagogia de pau
E de palanque. Enquanto teu bar
Teu barco trôpego tropeça nas
Ondas do tsunami mercado onde

Dicionários cheios de sinônimos
De piranhas devoram-te e à tua
Cultura de chuteiras e estádios
Que querem elas? Saber qual sua
Ideia de Inferno e conduzir teus

Descendentes até lá. Porque tu
De há muito és cinza e ainda te
Orgulhas da cor dessa cultura de
Camisetas desse teu timinho do
Qual és fanático e dantesco
Torcedor.
Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 21/12/2011
Alterado em 07/07/2013


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